sábado, 14 de março de 2009

Compulsão por livros

O submarino me manda promoções imperdíveis e como o próprio nome diz, promoções que eu não perco. Compro os livros sem ainda ter terminado os anteriores. O lado bom é que nunca fico sem livros para ler.

- 1808 (Laurentino Gomes)
- A ciência médica de House (Andrew Holtz) *
- As parceiras (Lya Luft)
- Cartas a um jovem político (Fernando Henrique Cardoso)
- Eu sei que vou te amar (Arnaldo Jabor)
- Lembranças da meia-noite (Sidney Sheldon) **
- O caçador de pipas (Khaled Hosseini)
- O livro dos políticos (Heródoto Barbeiro e Bruna Cantele)
- O pais dos PeTralhas (Reinaldo Azevedo)
- O povo brasileiro (Darcy Ribeiro)
- O vendedor de sonhos (Augusto Cury)
- Ponto de impacto (Dan Brown) ***
- Quem tem medo do escuro? (Sidney Sheldon)

Comecei a ler ontem "O vendedor de sonhos", parece ser bem interessante, pelo menos até o momento.

* Comecei a ler e parei no segundo capítulo. Muitos termos técnicos e afins, não gostei. Talvez um dia eu termine, mas resolvi listá-lo também.
** Só poderei ler esse após ler "O outro lado da meia-noite", que eu não tenho, pois trata-se de uma continuação.
*** Comprei faz tempo, mas sempre tem algum mais novo que eu me interesso mais e esse vai ficando pra lá. Em geral não gosto dos começos dos livros do Dan Brown, e esse eu li o primeiro capítulo e parei. Pretendo não deixá-lo no final da lista, como está "A ciência médica de House".

quarta-feira, 11 de março de 2009

"Tá na hora do cocoricó... tá na hora da banda do Júlio"

Às vezes me pego fazendo coisas que simplesmente não são compátiveis com a minha idade (20 anos e 11 meses, para quem não sabe).

Ontem, por exemplo, me peguei assistindo "Cocoricó". Não, eu não estava assistindo por insistência do Arthur ou da Natália, foi aqui em casa, sem nenhuma pressão ou chantagem (eu sofro chantagem emocional do Arthur, de quase 4 anos - desde seus 2 anos), por pura escolha própria.

Fiquei indiganada com a modernidade do velho sítio que tanto assisti na minha infância. Outro dia assisti com Arthur e Natália e já fiquei passada (e isso porque eu nem vou comentar a música do côco - sim, côco) pois é possível ver as pernas do Júlio, a Mimosa sai do lugar, o quarto do Júlio aparece, os avôs do Júlio não aparecem somente em voz como antigamente, e etc.

Ontem, vi as galinhas fazendo bolos para uma festa pro Caco (o papagaio) na cozinha. Sim, as galinhas fazendo comida, você não leu errado!

Isso para citar o porco que usa fraldas e que eu não me conformo. Para completar, agora aparecem amigos do Júlio (deve ser da escola, creio eu), com rosto e corpo! Passei anos da minha vida querendo saber como era o corpo do Júlio ou as pernas das galinhas! Agora os amigos do Júlio aparecem por inteiro! Um absurdo!

Algumas coisas nunca mudam, Zazá continua resmungona e eu continuo rolando de rir com ela!

É por essas que outras, que quando páro (ai, era sem acento) para assistir programas da minha época (falou a velha), gosto de assistir "O pequeno urso", "Ursinhos carinhosos", "O mundo de Beakman", "Castelo rá tim bum" e etc. Pois não são feitos novos episódios e assistir reprises é uma maravilha (mesmo)!
Mas meus preferidos ainda são Chaves e Chapolin! Por falar nisso, aceito os dvd's 1, 2 e 4 do Chapolin e o 4 do Chaves para completar minha coleção.

O lado bom foi descobrir que o Capital estaria em um programa de noite. O lado ruim é que estava na faculdade no horário do programa.

domingo, 8 de março de 2009

Por que ninguém excomunga o Papa?

O arcebispo de Olinda e Recife José Cardoso Sobrinho declarou que a mãe da garota de 9 anos grávida de gêmeos do padrasto, os parentes e os médicos que participaram do aborto foram excomungados.

Sou contra o aborto. Mas há exceções, é claro. Uma menina de 9 anos mãe de gêmeos do padrasto é uma delas. Sem falar no risco de vida que ela corria (tanto em fazer o aborto, mas principalmente em prosseguir com a gravidez). O tal padrasto abusava dela desde os 6 anos e também da enteada mais velha, de 14 anos (ninguém comenta muito sobre a mais velha, mas li em algum lugar que é deficiente mental).

Fato é, a Igreja é uma instituição falida que recorre a excessos para tentar recuperar o poder que já teve um dia. Ela excomunga os parentes da garota e os médicos por um aborto mas não excomunga o padrasto. Os padres pedófilos também não parecem ser de grande importância para o Vaticano. Sim, há pedófilos em todas as profissões, mas padres sempre lideraram a lista. Condenam o uso de camisinha mas não consideram o HIV e tantas outras DST's. São contra o uso da pílula mas não se importam com famílias que mal têm o que comer e passam dos 10 filhos.
É importante citar também que o padrasto além de não ter sido excomungado, foi considerado uma vítima, pois o tal arcebispo maluco (sim, maluco) disse que o padrasto não teve culpa do que fez. De certo a culpada sou eu!

Juro que eu me esforcei para entender o que se passa na mente do Papa ou de quem mais que seja que faz essas "regras" malucas. Já desisti.

Não sou católica (mas sim Espirita Kardecista - não praticante, admito) justamente por achar absurdas as regras e mandamentos impostos pelo Catolicismo. Fiz catequese aos 12 anos por insistência de minha avó e nas aulas que eu ia (faltei mais de 70%, além de ter começado no 2º ano) já ficava indignada. Coisas como não poder nem limpar a casa aos domingos por ser um dia sagrado, não poder adorar ninguém que não deus (amar tudo bem, não pode é adorar) e algumas outras coisas que minha mente fez questão de esquecer.

Eu, na minha inocência, pergunto: O que afinal de contas a Igreja quer?
Sexo só depois do casamento? Praticamente impossível!
Famílias com mais de 20 filhos? Sou a favor do controle de natailidade, como na China.
O fim dos abortos? Também sou contra, mas não dá para ser tão radical.
A excomunhão de quem não cumpre as regras? E o padrasto? Não me parece ter cumprido as regras.
A excomungão de quem discorda da Igreja? Onde eu assino?
Um mundo perfeito? Vamos começar exterminando os padres pedófilos.

Como tudo tem uma primeira vez. A primeira vez que eu concordei com o Lula foi ao saber que ele disse "a medicina está mais correta que a igreja". Não sei se ele próprio formulou essa frase que não fala de futebol ou se foi um de seus assessores, mas o fato é que pela primeira vez em mais de 20 anos, eu concordei com algo que ele disse.


Para entender melhor: No Pernambuco, uma menina de 9 anos estava grávida de 16 semanas de gêmeos do padrasto (até o momento, preso). Com 1,33 de altura e 36kg, ela corria sério risco de vida se levasse a gravidez até o fim e esse foi um dos motivos pelo qual ela e a família optaram pelo aborto (previsto em lei em caso de risco de vida da mãe e também por violência sexual)
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1027257-5598,00-MEDICO+DIZ+QUE+GRAVIDEZ+DE+MENINA+DE+ANOS+FOI+INTERROMPIDA.html

sábado, 7 de março de 2009

Frequência absoluta X Frequência relativa (ambas sem trema)

Saldo da semana na faculdade:

Frequência sbsoluta:
5 dias
15 aulas

Minha frequência relativa:
5 dias
14 aulas (me recusei a assistir uma de Economia)

Até que não está nada mal para quem em fevereiro só foi em 4 aulas.

PS: Frequência relativa e absoluta é Análise Estatistica e a prova de que eu assisti a essas aulas.

domingo, 1 de março de 2009

"A voz do samba é verde-rosa e nem cabe explicação"

Sou Mangueirense, fato. Não sei o motivo.
Paulistana da gema, o normal seria eu torcer para alguma escola de São Paulo, mas não tenho tanta simpátia por nenhuma daqui como tenho pela Mangueira, de lá.
É verdade, tenho uma queda pela Império de Casa Verde, minha vizinha de bairro. Mas nada que se compare. Sou apaixonada por cada tigre que eles trazem em seus desfiles e principalmente pelos tigres localizados na entrada da quadra da escola. Simplesmente lindos.
Mas voltando à Mangueira, o fato é que não sei quando nem porque me tornei mangueirense. Lembro de quando criança, assistia aos desfiles e a apuração torcendo com fervor pela verde-rosa, o que contrariava minha avó, uma Beija-Flor assumida e apaixonada e também minha mãe, Salgueirense de coração.
As apurações eram uma comédia. Minha mãe mais contida, somente assistia. Já eu e minha avó por pouco não saíamos no tapa, já que a rivalidade entre as duas escolas é antiga e sempre presente nas apurações.

Gosto de assistir às apurações sempre que posso, e até hoje torço ferozmente contra a Beija-Flor (minha avó que me desculpe... herdei o time dela, mas a escola de samba não). O dito puxador da escola é algo que me incomoda desde os primórdios. Metido que só ele, admitiu dia desses que nunca precisou rezar, mas agora aprendeu.

A Mangueira é tradicional, é apaixonante, é querida!
O mais recente campeonato conquistado pela verde-rosa, em 2002, foi incrível e o refrão inesquecível. "Vou invadir o nordeste, seu cabra da peste... sou Mangueira! No forró e xaxado, o filho do chão rachado, vem com a Estação Primeira".
Não sou de fazer planos, mas desfilar pela Estação Primeira está entre os raros planos desta paulistana-mangueirense.

Em tempos atuais, o título deste ano foi conquistado com suor, esforço e luxo pelo Salgueiro.
A conquista foi merecida e o desfile (apesar de eu não ter assistido inteiro) estava impecável!
Me lembro que no auge dos meus quase 5 anos, em 1993, comemorei a conquista com o refrão "explode coração na maior felicidade, é lindo o meu Salgueiro... contagiando e sacudindo essa cidade...". Sem exagero algum, é a única escola que eu não me incomodo tanto assim que "tire" o título da Mangueira. Até porque, em 1993 eu não lembro, mas esse ano a Mangueira teve sorte por ficar em 6º. Sim, eu sou realista.
E pior ainda, sem Jamelão e sem Carlinhos de Jesus, não é possível saber nem de longe o futuro da escola. Que Jamelão Neto faça jus ao nome do avô. Que Luizito honre o lugar que ocupa, no lugar do mestre insubstituivel.

Parabéns, Salgueiro!
Boa sorte, Mangueira!

PS: Em tempo, meu time (São Paulo, claro) também tem escola de samba e isso será assunto de um outro post (ou não).

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

É sempre carnaval no Brasil!

Meus planos para o carnaval são simples.
Passarei todos os dias carnavalescos na cama com uma companhia agradável.
Quando bater um vento, vou me esquentar nos seus pêlos.
Quando vier o sol, vamos nos espalhar e nos descobrir dos lençóis.
Vamos levantar para as necessidades físicas e alimentares. Talvez também para esticarmos os ossos e não ficarmos com as colunas entrevadas de tanto relax.
Uma boa música irá fazer parte do contexto, afinal, o que é ficar na cama a dois sem música?
Vou ouvir seu resmungo quando algo nos atrapalhar.
Minha companhia já está psicologicamente preparada para os próximos dias. Ela vai gostar. Sim, é "ela"!
Dalylla, o carnaval nos espera!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Game over

Tem coisas que não deveriam sair do íntimo do "@globo.com - @globo.com", mas um dos lados do "@globo.com" não consegue não postar isso aqui.
Primeira música que não é do Cazuza ou do Leoni e que diz tanto quanto queríamos dizer. Uma pena. Talvez preferissemos que não fosse tão verdadeira. Nada contra a música, é claro. Mas tudo contra os acontecimentos.
Djavan, se um dia encontrar a resposta dessa música, por favor, me diga qual é! Se é que isso pede uma resposta.

Como em um jogo de video-game. Não há mais "sementinhas" ou "estrelinhas". O tempo esgotou. As "vidas" também". Não havia memory-card. Game over.

Me diga já o que foi que aconteceu
Você e eu era tão bom
Lembro-me bem
quando a gente se encantou
você trazia nos olhos
a lã do primeiro amor
Peguei na mão
Da vida eu nada mais queria
naqueles dias imaculados
E num abraço quis roubar um beijo seu
mas você deu
foi algo... indescritível
por mais que podia
me arrebatou
Mas nesse beijo só tinha alegria
faltava dor
Você foi para um lado e eu pro outro
aí desandou

[desandou - Djavan]

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Constatações de uma sexta 13

- 1 documento analisado durante toda a manhã (é por isso que eu coloco minha leitura em dia no trabalho), não bastasse a falta do que fazer comum, ainda inventaram um tal treinamento motivacional. Não, eu não sei bem do que se tratava pq nele, ao menos o meu sono ficou em dia (é, motivou meu sono).

- 1 pote de 2 litros de sorvete Galak na geladeira... ai ai!

- Provavelmente a faculdade não contará com minha presença hoje. Já acho um absurdo as aulas voltarem antes do carnaval, mais absurdo ainda é eu ir nessas aulas.

- Terminei ontem "Juízo Final" e hoje comecei "Nada dura para sempre", ambos de Sidney Sheldon. O final de "Juízo Final" como era de se esperar, me surpreendeu. E olha que passei quase metade do livro achando que tinha desvendado o grande mistério. De fato eu acertei nesse mistério, mas havia outro bem maior e bem mais importante por trás de tudo. Quem sabe no próximo eu acerte.

- Os livros que comprei e ainda não li estão terminando. O submarino hoje me mandou desconto de 20% em cds e dvds... não quero oras (na verdade quero), quero esse desconto em livros... hunf! Mas como sei que vocês, meus queridos amigos, querem que eu continue lendo incansavelmente, vou providenciar uma lista dos livros que tenho interesse... nunca se sabe né, até porque dia 04 de abril está chegando...

- Meu quarto está de cabeça para baixo e eu continuo com uma preguiça absurda de colocar tudo em ordem por aqui. Enquanto eu continuo achando a cama na hora de dormir, o guarda-roupas na hora de sair e pc/tv/som nas horas vagas, está tudo bem.

- Falta de assunto é um porre.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Cazuza, música e Cazuza

Não sei se é notável, mas tudo neste blog tem a ver com música.
Ela costuma dar um ânimo diferente aos meus momentos particulares, ou outros não tão particulares assim.
No momento meu celular é dominado por dois excelentes (ok, sou suspeita) cantores e compositores. Os ouço indo para o trabalho e voltando dele. Ah, sim... muitas vezes também durante (quando não estou lendo, ou quiçá, trabalhando). Quem? Arnaldo Antunes e Leoni.
No MP4 tem muita coisa misturada e acabo não ouvindo metade, mas como ele está sem carga e eu não sei onde raios coloquei o carregador, ficarei sem ouvir também a outra metade.
Media Player rolando Cazuza. Sim, sempre ele. Não dá pra ser diferente. Ainda não está para nascer algum compositor do nível (em todos os sentidos) do Cazuza. Impossível! Composições sinceras e que falam diretamente da alma, e sobre ela.
Sabe, quem precisa de duas aulas de Economia? Vou ficar e assistir o dvd do filme do Cazuza. (ok ok, só farei isso se a chuva que está ameaçando cair o dia inteiro resolver cair nas próximas horas - minha aula começa 19h45)


Sobre o post anterior: Terminei hoje "Juízo Final". Amanhã inicio algum outro do Sidney Sheldon (isso pode significar reler algum que eu tenha esquecido os acontecimentos).

PS: São 18h05 - o horário do blogspot é louco!

domingo, 8 de fevereiro de 2009

30 dias - 6 livros

E isso porque só tenho lido no trabalho. É a crise mundial diminuindo consideravelmente a quantidade de veículos financiados. O banco perfeito para você que se cuide.

Música, Ídolos e Poder - do Vinil ao Download (André Midani)
Esse eu comecei no final do ano passado, mas acabei não terminando não sei porque, já que adorei.
Livros sobre música nacional por si só já me atraem, mas esse chega a ser um caso a parte de tão bom.
Midani conta toda sua vida, desde a 2ª guerra, passando pelo surgimento de novas culturas musicais apoiadas por ele, até os dias atuais.
O surgimento da "nova turma" da bossa nova, Caetano, Chico, Gil, João Gilberto, Elis, Tim... todo aquele pessoal que até hoje faz a história da música.
Passa também pelo rock e o aparecimento nos anos 80 de Titãs, Barão, Ultraje e etc. Para me conquistar ainda mais, Midani assume achar Arnaldo Antunes o maior poeta da geração.

A Arte de Correr na Chuva (Garth Stein)
O mais fascinante é que Enzo narra toda sua vida, desde o nascimento. Tudo normal até aí, principalmente se Enzo não fosse um cachorro.
Ama incondicionalmente David e sua filha Zoe e é capaz de qualquer sacrifício pelo bem deles. Como todo ser vivo, tem crises, dúvidas, ilusões... tem um ponto de vista peculiar sobre tudo e é apaixonado por corridas, principalmente por Ayrton Senna.
Para quem é fã dos peludos, como eu, é uma leitura que não pode faltar.
No melhor estilo Marley, também arranca lágrimas, mas o final faz as lágrimas valerem a pena.

Lula é Minha Anta (Diogo Mainardi)
Mainardi é o tipo de jornalista que eu gosto, e muito. Mas claro, seria irritante se toda a imprensa fosse composta somente por "Mainardis". É preciso também um pouco de imparcialidade.
O livro é um conjunto de crônicas, sobre o atual presidente, publicadas por ele na Veja no período de março/2005 até setembro/2007.
Lula está longe de ser meu assunto preferido, muito pelo contrário aliás. Tenho evitado tudo relacionado a ele, acho patética a forma como todos o vangloriam por algo que não é mérito dele, mas isso já é um outro assunto. Mas voltando ao livro, Mainardi consegue deixar o assunto divertido, sem faltar com a verdade.
Tenho o costume de ler suas crônicas semanalmente, mas relembrar nunca faz mal. Além de que a maior parte das crônicas de 2005 e boa parte das de 2006 eu não havia lido na Veja.
Aliás, Franklin Martins, que coisa feia heim... Sua mãe nunca lhe disse que mentir é errado? Mas por favor, não me processe por essa pergunta. Não tenho como lhe pagar 30 mil. =P

Procurava um Marido e Encontrei um Cachorro (Karen Templeton)
Uma narrativa bem humorada sobre os acontecimentos na vida de Ginger pela própria. Como ela tenta retomar seu dia-a-dia comum após ter sido abandonada no altar. Durante a tentativa, seu chefe é assassinado e seu ex-namorado (e primeira transa) é o policial que investiga o caso.
Ok ok, não é o tipo de livro que eu leria, mas estava em promoção no submarino (sempre ele) e o título me interessou.
De repente surge Geoff na vida de Ginger. Como assim quem é Geoff? O cachorro, é claro. Ginger passa por situações inusitadas e acaba percebendo não ser quem ela sempre achou ser. O tipo de livro que se quer saber o que vai acontecer em seguida, afinal é muita desgraça para uma só pessoa. Ginger é a prova de que lady Murphy é cruel e impiedosa.

A Cabana (William P. Young)
Quem nunca ficou ao menos curioso por um livro de tanto ouvir as pessoas comentarem, que atire a primeira pedra.
Ouvi todos os tipos de comentários sobre "A Cabana" e resolvi ler o dito para poder tirar minhas próprias conclusões.
Uma menininha some e tudo leva a crer que foi assassinada em uma cabana. Anos depois, seu pai recebe um bilhete de deus para voltar ao lugar pois lá teria todas as respostas de que precisa.
É um livro interessante, mas não superou minhas expectativas.
Como kardecista, acredito em alguns acontecimentos, mas não necessariamente como colocados no livro. Já outros acontecimentos achei muito exagerados.
O tipo de livro que para ter uma opinião é necessário ler, não é possível seguir o que se ouviu dizer sobre ele.

O Céu Está Caindo (Sidney Sheldon)
De longe, meu autor preferido. Ele é capaz de me fazer ler um livro de 300 paginas em 2 dias. É impossível não querer saber o final, e ainda mais impossível é imaginar esse final. Sempre surpreende, mesmo que você imagine o mais absurdo complô, só vai saber quem realmente está por trás de tudo nas últimas páginas.
Nesse livro, a protagonista é Dana, que já apareceu como "coadjuvante" em "O Plano Perfeito". Apesar de não ser uma continuação, faz mais sentido ler primeiro "O Plano Perfeito" e depois "O céu está Caindo", eu o fiz sem saber disso, pura sorte rs.
Em menos de um ano, uma influente família americana morre em situações diversas. Incêndio, acidente, assalto... tudo muito acidental para acontecer de uma só vez com pai, mãe e três filhos. Dana, jornalista conceituada, fica intrigada com as mortes em série e passa a investigar por conta própria, o que ela jamais imaginou é que com isso estaria colocando a vida de seu filho Kenal (adotado por ela em "O Plano Perfeito" quando ela cobria uma guerra, vê o garoto que perdeu um braço por uma bomba e resolve levá-lo para casa) e a até sua própria vida em risco.
O livro é só mais um motivo para eu continuar fã de Sidney Sheldon.

No momento lendo "O Juízo Final", de Sidney Sheldon.
O título do post se deve ao fato de eu ter terminado os 6 livros ainda em janeiro e tê-los iniciado após o término das minhas férias do trabalho, o que aconteceu na primeira segunda-feira do ano.