19h - Decido ir mais cedo para a faculdade. Não é responsabilidade em excesso, é puro medo de chegar em cima da hora e dar uma preguiça danada.
(nota de rodapé: aula começa 19h45 e levo menos de 10 minutos até a faculdade)
19h30 - Saio para a faculdade.
19h35 - Em mais da metade do caminho, começo a sentir minha rasteirinha, ultra mega chique da José Paulino, meio frouxa no pé esquerdo e... plof!, ela arrebentou! Voltar ou continuar? Eis a questão! Decidi continuar, mas desviando no caminho para comprar algo decente para os pés!
Desviei por uma rua menos movimentada para passar menos vergonha. Classe acima de tudo, bem!
19h45 - Encontro a loja de sapatos mais próxima. Quase fechando. Vendedores nada afim de atender alguém. Quase mandei um ir tomar naquele lugar onde não bate sol. Escolhi sozinha. Fui para o caixa.
19h50 - No caixa, a atendente "preciso que você passe com um vendedor, se não eu não consigo registrar". Eu, no auge de meu bom humor "nenhum vendedor teve boa vontade de me atender, escolhi sozinha e ainda tenho que ir correr atrás de algum vendedor para conseguir pagar?". E ela "mas eu não consigo passar sem que ele tenha registrado". E eu, ainda no auge de meu bom humor "se você não consegue passar, o problema é seu, então você que vá atrás de algum dos seus vendedores. Só estou comprando mesmo pq é um caso extremo, em outra ocasião, já teria saído daqui". Ela chamou um vendedor no microfone. A gerente já do lado observando.
19h52 - O vendedor chega, registra e eu finalmente consigo pagar. R$15,99.
19h56 - Na rua, chego a conclusão que a substituta da falecida rasteirinha não foi uma boa escolha.
20h05 - Chego na faculdade. Passo pela catraca. O segurança me olha como quem diz "sempre atrasada... não toma jeito mesmo". Na saída, me lembre de dar um cascudo na careca dele!
20h06 - Em direção à escada (minha sala é no primeiro andar). Vejo vindo na direção da saída, amigos da minha sala. Como assim? O professor faltou? Professora substituta? Dando trabalhinho que não vale nota? Ah, para casa! Avante!
20h18 - Em casa. Minha mãe curiosa sobre os acontecimentos.
20h22 - Termino de contar tudo e ela "nossa! mas deixa eu ver o sapato! é bonitinho?". Ok, ainda estou de bom humor.
20h27 - Relatando os acontecimentos aqui. E nem sei porque. Só precisava contar meu drama. Só de raiva, vou lavar roupa!
PS: Ninguém perguntou, mas já tenho 22 anos. Não que isso vá mudar algo, exceto o tipo de creme recomendado para a minha pele, mas já que o blog é meu, acho importante comentar o meu aniversário.
Enquanto isso, a minha voz interna diz: Ah arianos... sempre tão possessivos!
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segunda-feira, 19 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Durex 1 x 0 Eu
O durex e eu nunca tivemos uma boa relação, mas eu nunca havia parado para pensar no assunto. Durante a infância, tinha mania de mastigas durex (sim, é isso mesmo, não precisa reler a frase) e ele deve estar, de uma forma ou de outra, se vingando agora que cresci.
O problema é o seguinte, quando preciso do bendito, ele some. Toda vez. Sempre, sempre, sempre. Nunca houve uma vez sequer que eu precisei dele e o achei logo de cara. E não venham me dizer que é porque sou bagunceira (apesar de eu ser), porque isso só acontece com ele. As outras coisas eu posso ter dificuldade para achar uma vez, mas na vez seguinte acho logo. O durex não, nunca foi assim. E sinto que nunca será.
Já usei vários métodos, um deles, anos atrás, por exemplo consistia em deixar um durex em cada lugar da casa. Várias gavetas com durex. Quando comprei vários rolos de durex, a caixa da Kalunga deve ter achado que eu ia embrulhar os presentes que o papai noel daria às crianças no Natal. Em resumo, não adiantou. Precisei do durex e ele não estava lá, em nenhuma das gavetas que eu guardei. É sempre assim. Acabamos de sair do período natalino e essa é a pior época para minha relação de ódio com o durex. A época em que mais se embrulham presentes, mas sem durex fica bem complicado. E cada uma das vezes que o procurei, ele não estava. O mais irritante é que (sempre) uns dois ou três dias depois que eu compro outro, acho o antigo, e claro, na vez seguinte não acho nenhum dos dois.
Desisto. Se ele não gosta de mim, tudo bem, também nunca cai de amores por ele. Não preciso dele. Quando eu tiver que fazer um embrulho, comprarei um saco com laço e está tudo resolvido.
O problema é o seguinte, quando preciso do bendito, ele some. Toda vez. Sempre, sempre, sempre. Nunca houve uma vez sequer que eu precisei dele e o achei logo de cara. E não venham me dizer que é porque sou bagunceira (apesar de eu ser), porque isso só acontece com ele. As outras coisas eu posso ter dificuldade para achar uma vez, mas na vez seguinte acho logo. O durex não, nunca foi assim. E sinto que nunca será.
Já usei vários métodos, um deles, anos atrás, por exemplo consistia em deixar um durex em cada lugar da casa. Várias gavetas com durex. Quando comprei vários rolos de durex, a caixa da Kalunga deve ter achado que eu ia embrulhar os presentes que o papai noel daria às crianças no Natal. Em resumo, não adiantou. Precisei do durex e ele não estava lá, em nenhuma das gavetas que eu guardei. É sempre assim. Acabamos de sair do período natalino e essa é a pior época para minha relação de ódio com o durex. A época em que mais se embrulham presentes, mas sem durex fica bem complicado. E cada uma das vezes que o procurei, ele não estava. O mais irritante é que (sempre) uns dois ou três dias depois que eu compro outro, acho o antigo, e claro, na vez seguinte não acho nenhum dos dois.
Desisto. Se ele não gosta de mim, tudo bem, também nunca cai de amores por ele. Não preciso dele. Quando eu tiver que fazer um embrulho, comprarei um saco com laço e está tudo resolvido.
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