terça-feira, 20 de julho de 2010

Dia do amigo II

Martinho da Vila canta que já teve mulheres de todos os tipos, o meu caso é diferente. Não, eu não vou me declarar uma mulher "vivida" e que já teve homens de todos os tipos, meu caso é diferente, pelo simples motivo de que substituiria "mulheres" por amigos.
Não só já tive, como ainda tenho amigos de todos os tipos. Correção: de quase todos os tipos, pois que eu saiba, não há na lista criminosos, milionários ou políticos.

Rio de Janeiro, Niterói, Fortaleza, Londrina, Sorocaba, Chapecó, Recife, Belo Horizonte, Uberlândia, Porto Alegre, Toronto, Ottawa, São José dos Campos, Guarapari, Limeira, Ourinhos, Pelotas, e claro, São Paulo... eles estão espalhados em vários cantos desse nosso planeta. A distância só aumenta o prazer do reencontro.
Há os tímidos, tão tímidos que me torno desinibida perto deles. Ou os desinibidos, tal qual eu adoraria ser. Aqueles que sorriem para tudo e os sérios.
Aqueles que não precisa muito para sairem do sério e aqueles que nada lhes tira a calma.
Agitados. Esses eu tenho dificuldade de acompanhar o ritmo, admito. Os tranquilos que por vezes me deixam agitada por tamanha calma.
Carentes ou sensíveis. Insensíveis ou diretos. Baladeiros ou falantes. Calados ou caseiros. Preguiçosos como eu.
Aqueles que topam qualquer parada, basta ligar e chamar. Há também os que não ligam, mas gostam de receber ligações, e destes estou começando a ter preguiça, confesso.
Simpáticos, marrentos, pentelhos e elétricos.
Os que amam os animais e se odiá-los não será meu amigo, garanto.
Aqueles que a música me apresentou, mas que hoje vai muito além de uma banda ou um show.
Aqueles que quando conheci, erroneamente, julguei pela primeira impressão e os achei bravos ou metidos (bom, alguns realmente são).
Há aqueles que como eu, não medem palavras e por vezes acabam falando demais, mas não entre nós, pois a sinceridade é uma virtude, só precisamos convencer o resto do mundo disto.
Bonitos e... bonitos. Porque ao meu ver, todos são bonitos.
Divertidos... bem, isso todos eles são.

Feliz dia do amigo.
E obrigada por existirem.


PS: Post feito no masculino. Apesar de sua maioria feminina, há também sua parte masculina.

Dia do amigo

Amigo(s),
Quando você estiver triste, eu vou te deixar bebaço e te ajudar a planejar uma vingança contra o FDP que te deixou assim.
Quando você me olhar com desespero, eu vou enfiar o dedo na sua goela e te fazer pôr pra fora o que estiver te engasgando.
Quando você sorrir, eu vou saber que você finalmente deu uns “pega”.
Quando você sentir medo, eu vou te chamar de boiola e tirar uma da sua cara sempre que tiver chance.
Quando você estiver preocupado, eu vou contar histórias horríveis sobre o quão pior você poderia estar e te mandar parar de choramingar.
Quando você estiver confuso, eu vou explicar pra você com palavras bem simples, porque eu sei o quanto você é burro.
Quando você estiver doente, fique bem longe de mim até se curar. Eu é que não quero pegar o que quer que você tenha.
Quando você cair, eu vou apontar pra você e me cagar de rir do seu desengonço.
Você me pergunta: "Por que?"
Porque você é meu amigo!

[autor desconhecido]

terça-feira, 13 de julho de 2010

Uma coisa de cada vez

Nesse exato momento, eu poderia fazer um post sobre vários assuntos.
Poderia falar sobre a morte de Ezequiel Neves no último dia 07, mesmo dia em que completou 20 anos da morte de Cazuza, seu grande amigo. Poderia falar da falta que Cazuza faz para a música brasileira.
Poderia falar sobre hoje, dia do Rock em que a colorida família Restart me atormenta no Twitter. Não sei se é porque disse que Restart não é rock ou se porque os chamei de coloridinhos. Prefiro não saber, mal consigo traduzir o que falam.
Poderia falar sobre a chuva que finalmente cai em São Paulo depois de tantas semanas secas.
O show que Alejandro Sanz fará em São Paulo em outubro também poderia ser comentado aqui.
Também poderia contar que finalmente comecei a assistir a 5ª temporada de House e o quanto ela é chata, ao menos no inicio, onde ainda estou. Wilson não fala com House e isso tira boa parte da diversão do seriado. O detetive contratado por House até é simpático, mas não o suficiente para superar Wilson. Na verdade, sobre House, eu poderia falar por meses. E de Gilmore Girls por anos, só pra constar.
Poderia contar sobre a viagem para Fortaleza* no mês passado que eu não cheguei a falar por aqui. Também sobre o quanto o Nordeste brasileiro é lindo e me apaixona (assim como o Sul).
Poderia revelar que apesar da loucura que é São Paulo, eu jamais mudaria para outra cidade.
A vontade de comer chocolate que estou nesse momento também poderia render algo. Assim como meu novo vício: castanha de cajú.


Mas como já diziam uns certos velhotes: "eu não vou dizer nada além do que estou dizendo".


* Sobre a viagem, a quem interessar, clique aqui

terça-feira, 6 de julho de 2010

Período AI (antes da internet)

Hoje me dei conta que as pessoas viviam sem internet até alguns anos atrás e fiquei passada.
Eu, por exemplo, só fui ter um computador com internet discada (que na época era o máximo) com 12 anos, em 2000. No inicio era internet liberada nos finais de semana e depois da meia-noite, mas durante o dia só algumas poucas horas, afinal, era cobrado o tempo de conexão. Conexão essa que para ligar fazia uns barulhos estranhos e que eu sabia de cór. Assim que a Telefônica lançou o plano de internet ilimitada, convenci minha mãe a assiná-lo. Depois veio o Speedy, que pouco depois troquei pelo Virtua.
Hoje, pesquisando algumas coisas no trabalho foi que me dei conta disso tudo. Como eu faria para pesquisar tudo aquilo sem internet? Levaria meses para terminar o que fiz em uma ou duas horas.
Sim, só hoje me dei conta de que existia vida antes da internet. Acho inclusive que as escolas deviam incluir isso na linha do tempo das aulas de História: período antes da internet e depois.
Eu tinha dezenas de enciclopédias e era delas que tirava meus trabalhos escolares até a 5ª série. Finalmente após a 6ª minha vida mudou. Eu era a única da sala que tinha computador com internet em casa. Era o máximo.

Meu primeiro computador era, na época, uma graça! Monitor de 15º, com todos os itens coloridos (caixas de som, teclado, mouse, CPU). Foi quando o scanner era separado da impressora, e minha mãezinha, comprou ambos. Até microfone!
Não existia gravador de CD, camera ou coisas do gênero. Ele nem chegou a conhecer um cabo USB, pois o primeiro que tive contato foi da minha primeira camera digital, em 2004, quando já havia trocado de computador.
Não havia pedofilia na internet, sites de relacionamento, twitter e etc. Tinha ICQ. Eu tive até o AIM, que era o MSN da AOL (América OnLine, meu primeiro provedor de internet). Depois veio o MSN... em sua versão com 6 ou 7 smiles e sem imagem de exibição.
Gostava do ICQ. Fazia um barulho engraçado quando alguém chamava e também quando conectava, esse segundo, minha mãe dizia que parecia um navio.
Houve uma época em que o orkut era em inglês, tinha um limite de 12 fotos por usuário e você só entrava com convite de alguém que já possuía. Fui convidada pela Samara. Era necessário explicar o que era orkut. Não haviam comunidades "eu amo fulano". E se você fizesse muitas atividades com o perfil (entrar em muitas comunidades ou adicionar muitas pessoas) de uma vez, ficava com o perfil bloqueado (a foto de exibição era trocada por uma sombra atrás das grades). Fui presa várias vezes.
Ter um blog era cult. Era preciso ficar acordado até de madrugada para conseguir se cadastrar no fotolog.com, pois havia um limite de cadastros por dia. Levei semanas para conseguir me cadastrar.
O grande portal de buscas era "Cadê?", e o Google era uma simples segunda opção.
Salas de bate-papo eram legais, onde homens eram homens, mulheres não eram homens e adolescentes não eram a Polícia Federal disfarçada.

Esqueci algo?

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Antigos vicios adormecidos

Adoro livros!
Ando frustrada por não ler tanto quanto gostaria. Tenho livros que ganhei no Natal e ainda nem consegui passar do prefácio. Se a culpa fosse do livro, tudo bem... mas são livros sobre assuntos que sempre me animaram. Autores que eu adoro, temas que eu sou viciada e sim, livros de cachorro! Tem um ("Dewey - um gato entre livros").
Não sei o motivo. Começo a ler e durmo, ou pior ainda, me desinteresso.

Adoro seriados!
Não tenho assistido tantos quanto gostaria, sobretudo meus preferidos: House e Two and a Half Man que estão na 6ª temporada.
No caso de House é ainda pior, parei na metade da 5ª temporada em dvds e lá estou empacada.
Two and a Half Man terminei a 5ª temporada e assisti uns raros episódios da 6ª.
Nunca quis assistir Grey's Anatomy porque tinha certeza de que iria gostar. Não deu outra! Durante a semana passada, em Fortaleza (lugar lindo!), a Samara me viciou. Lá assisti até a metade da 3ª temporada, a qual terminei já de volta para Sâo Paulo.

Adoro fotos!
E as minhas estão uma bagunça no computador. Prometi que vou organizá-las, nem que seja só para poder selecionar com calma (e facilidade) as que serão impressas na atualização dos meus murais.
Nem vou comentar a desatualização do meu flickr.

Adoro shows!
Skank, Roupa Nova e Jota Quest são shows que eu não perderia sendo na capital. Roupa Nova eu vou, mas Skank resolveu fazer no mesmo dia. Jota Quest no dia seguinte, mas muito complicado para voltar.
Capital Inicial eu perdi semana passada por estar em Fortaleza. O mesmo motivo pelo qual não fui na gravação do DVD do Leoni, no Circo Voador.


Não sei o que anda acontecendo, mas preciso retomar meus vicios de sempre com a mesma euroria de toda vida.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

A solução pro nosso povo eu vou dar!

Melhorar o Brasil é bem mais fácil do que parece. O problema é a falta de interesse dos governantes.
Uma única medida já solucionaria a maior parte dos problemas: alteração no Código Penal, punindo de verdade e melhor quem merece. Consequentemente, é claro, a construção de novos presídios.
Bandido não tem que ficar em regime aberto (ou semi) ou em condicional e menos ainda sair em datas comemorativas. Isso é um absurdo! Foi condenado a 30 anos em regime fechado? Pois cumpra os 30 anos em regime fechado.
É ridículo a população ser obrigada a se trancar em suas casas e a criminalidade correr solta por onde bem entende.
Discorda disso? Pois atire a primeira pedra quem nunca hesitou para comprar um celular (ou qualquer outro acessório) mais moderno por medo de ser roubado.

Pior ainda são famílias obrigadas a conviver com a dor de um ente assassinado por causa de um iPod, agora é esse o valor de uma vida?
E famílias de crianças estupradas e assassinadas por pessoas próximas? Autores deste tipo de crime merecem punição ainda maior por serem do convívio familiar.

Sabe o que bandido merece? Trabalhar na cadeia! Durante umas 15 horas diárias, mas pode ter uma hora de banho de sol, claro. As outras 8 horas do dia para dormir e comer. Tá bom demais em minha opinião. Na verdade, seria até bem mais radical.
Fim de visitas íntimas. Falta de sexo nunca matou ninguém. E se matar, é um bandido a menos.
Prisão perpétua para qualquer caso de estupro e/ou assassinato.
Sou contra a pena de morte, mas isso já envolve religião e tantas outras coisas mais. Quero mais é que o bandido sofra em vida e não que seja morto. O pior sofrimento para um bandido é o trabalho e essa é a grande solução para os problemas carcerários do Brasil. Bota essa cambada de desocupado pra trabalhar. Se nos EUA funciona, por que aqui não pode?
Pessoas de bem trabalham para sustentar quem lhes assalta, quem mata os seus, quem deveria trabalhar para, no mínimo, se manter na cadeia sem precisar do dinheiro honesto dos reféns do crime.

Enquanto não houver mudanças significativas, e mais importante ainda, sem brechas, no Código Penal, o Brasil não terá solução.
Até lá, vamos debater sobre o que importa: a Seleção na Copa da África. É como já dizia minha professora da 5ª série: cada povo tem o governo que merece.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Terroristas no Brasil!

Recebi esse texto por e-mail e quase morri de rir! Precisava compartilhar! (admito, também precisava tirar o post anterior do topo e nenhum outro assunto me vinha à mente)

"Documentos mantidos em sigilo pela Polícia Federal do Brasil revelam que a Al Qaeda, de Osama bin Laden, ordenou a execução de um atentado no Brasil. O alvo da ação seria a estátua do Cristo Redentor, um dos símbolos mais conhecidos do Rio de Janeiro. Bin Laden destacou dois mujahedins para o seqüestro de um avião que seria lançado contra a "estátua-símbolo dos infiéis cristãos".

Os registros da Polícia Federal dão conta de que os dois terroristas chegaram ao Rio no domingo, 5 de setembro, às 21h47m, num vôo da Air France. A missão começou a sofrer embaraços já no desembarque, quando a bagagem dos muçulmanos foi extraviada, seguindo num vôo para o Paraguai.

Após quase seis horas de peregrinação por diversos guichês e dificuldade de comunicação em virtude do inglês ruim, os dois saem do aeroporto, aconselhados por funcionários da Infraero a voltar no dia seguinte, com intérprete.

Os dois terroristas apanharam um táxi pirata na saída do aeroporto, sendo que o motorista percebeu que eram estrangeiros e rodou duas horas dando voltas pela cidade, até abandoná-los em lugar ermo da Baixada Fluminense. No trajeto, ele parou o carro e três cúmplices os assaltaram e espancaram.

Eles conseguiram ficar com alguns dólares que tinham escondido em cintos próprios para transportar dinheiro e pegaram carona num caminhão que entregava gás. Na segunda-feira, às 7h33m, graças ao treinamento de guerrilha no Afeganistão, os dois terroristas conseguem chegar a um hotel de Copacabana.

Alugaram então um carro e voltaram ao aeroporto, determinados a seqüestrar logo um avião e jogá-lo bem no meio do Cristo Redentor. Enfrentam um congestionamento monstro por causa de uma manifestação de estudantes e professores em greve - e ficaram três horas parados na Avenida Brasil, altura de Manguinhos, onde seus relógios são roubados em um arrastão.

Às 12h30m, resolvem ir para o centro da cidade e procuram uma casa de câmbio para trocar o pouco que sobrou de dólares. Recebem notas de R$ 100 falsas, dessas que são feitas grosseiramente a partir de notas de R$ 1.

Por fim, às 15h45m chegam ao Tom Jobim para sequestrar um avião. Os pilotos da VARIG estão em greve por mais salário e menos trabalho. Os controladores de vôo também pararam (querem equiparação com os pilotos). O único avião na pista é da Transbrasil, mas está sem combustível.

Aeroviários e passageiros estão acantonados no saguão do aeroporto, tocando pagode e gritando slogans contra o governo. O Batalhão de Choque da PM chega batendo em todos, inclusive nos terroristas.

Os árabes são conduzidos à delegacia da Polícia Federal no Aeroporto, acusados de tráfico de drogas, que tiveram plantados papelotes de cocaína nos seus bolsos.

Às 18 horas, aproveitando o resgate de presos feito por um esquadrão de bandidos do Comando Vermelho, eles conseguem fugir da delegacia em meio à confusão e ao tiroteio.

Às 19h05m, os muçulmanos, ainda ensanguentados, se dirigem ao balcão da VASP para comprar as passagens. Mas o funcionário que lhes vende os bilhetes omite a informação de que os vôos da companhia estão suspensos.

Eles, então, discutem entre si: começam a ficar em dúvida se destruir o Rio de Janeiro, no fim das contas, é um ato terrorista ou uma obra de caridade.

Às 23h30m, sujos, doloridos e mortos de fome, decidem comer alguma coisa no restaurante do aeroporto. Pedem sanduíches de churrasquinho com queijo de coalho e limonadas. Só na terça-feira, às 4h35m, conseguem se recuperar da intoxicação alimentar, decorrente da ingestão de carne estragada usada nos sanduíches.

Foram levados para o Hospital Miguel Couto, depois de terem esperado três horas para que o socorro chegasse e percorresse os hospitais da rede pública até encontrar vaga. No HMC foram atendidos por uma enfermeira feia, grossa, gorda e mal-humorada. Debilitados, só terão alta hospitalar no domingo.

Domingo, 18h20h: os homens de Bin Laden saem do hospital e chegam perto do estádio do Maracanã. O Flamengo acabara de perder para o Paraná Clube, por 6x0. A torcida rubro-negra confunde os terroristas com integrantes da galera adversária (que havia ido de Kombi ao Rio) e lhes dá uma surra sem precedentes.

Às 19h45m, finalmente, são deixados em paz, com dores terríveis pelo corpo. Ao verem uma barraca de venda de bebida nas proximidades, decidem se embriagar uma vez na vida (mesmo que seja pecado, Alá que se dane!). Tomam cachaça adulterada com metanol e precisam voltar ao Miguel Couto.

Segunda-feira, 23h42m: os dois terroristas fogem do Rio escondidos na traseira de um caminhão de eletrodomésticos, assaltado horas depois na Serra das Araras.

Desnorteados e famintos, eles são levados pela van de uma Ong ligada a direitos humanos para São Paulo.

Na capital paulista, perambulam o dia todo à cata de comida. Cansados, acabam adormecendo debaixo da marquise de uma loja no Centro. A Polícia Federal ainda não revelou o hospital onde os dois foram internados em estado grave, depois de espancados quase até a morte por um grupo de mata-mendigos.

O porta-voz da PF declarou que, depois que os dois saírem da UTI, serão recolhidos no setor de imigrantes ilegais, em Brasília, onde permanecerão até o Ministério da Justiça autorizar a deportação dos dois infelizes, se tiver verba, é claro.

Os dois consideraram desnecessário terrorismo no Brasil e irão sugerir um convênio para realização, no Rio e São Paulo, de treinamento especializado em caos social para o pessoal da Al Qaeda."

terça-feira, 20 de abril de 2010

...e quando acaba a gente pensa que ele nunca existiu!

"mas se é pra te ver chorar, nem pensar
melhor deixar pra lá...
melhor sentir saudades e deixar
o tempo consertar o que der pra consertar
do que ainda resta de nós
o que há de ser, será... qualquer dia"
[nessa espera - Leoni]

"às vezes o amor escorre como areia entre os dedos
não tem explicação para tantos erros
é melhor partir antes do último grão cair"
[último grão - Isabella Taviani]

"que tipo de poder te satisfaz?
por que você quer que sejamos tão iguais?
te incomoda que eu fale assim,
o que mais você quer mudar em mim?
você me quer incondicionalmente
ou me quer mais um pouco diferente?"
[incondicionalmente - Capital Inicial]

"posso brincar de descobrir desenho em nuvens
posso contar meus pesadelos e até minhas coisas fúteis
posso tirar tua roupa, posso fazer o que eu quiser, posso perder o juízo
mas com você eu tô tranqüilo
agora o que vamos fazer, eu também não sei
afinal, será que amar é mesmo tudo?"
[o que eu também não sei - Jota Quest]

"nós dois temos os mesmos defeitos
sabemos tudo a nosso respeito
somos suspeitos de um crime perfeito
mas crimes perfeitos não deixam suspeitos"
[pra ser sincero - Engenheiros do Hawaii]

"sorrir vem colorir solar, vem esquentar e permitir
quem acolher o que ele tem e traz
quem entender o que ele diz
no giz do gesto o jeito pronto do piscar dos cílios
que o convite do silêncio exibe em cada olhar"
[pra você guardei o amor - Nando Reis]

"eu não sei se o nosso caso vai durar ou não
se o que eu sinto por você é doença ou paixão"

[heavy love - Cazuza]

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Da série "coisas que só acontecem comigo"

19h - Decido ir mais cedo para a faculdade. Não é responsabilidade em excesso, é puro medo de chegar em cima da hora e dar uma preguiça danada.
(nota de rodapé: aula começa 19h45 e levo menos de 10 minutos até a faculdade)

19h30 - Saio para a faculdade.

19h35 - Em mais da metade do caminho, começo a sentir minha rasteirinha, ultra mega chique da José Paulino, meio frouxa no pé esquerdo e... plof!, ela arrebentou! Voltar ou continuar? Eis a questão! Decidi continuar, mas desviando no caminho para comprar algo decente para os pés!
Desviei por uma rua menos movimentada para passar menos vergonha. Classe acima de tudo, bem!

19h45 - Encontro a loja de sapatos mais próxima. Quase fechando. Vendedores nada afim de atender alguém. Quase mandei um ir tomar naquele lugar onde não bate sol. Escolhi sozinha. Fui para o caixa.

19h50 - No caixa, a atendente "preciso que você passe com um vendedor, se não eu não consigo registrar". Eu, no auge de meu bom humor "nenhum vendedor teve boa vontade de me atender, escolhi sozinha e ainda tenho que ir correr atrás de algum vendedor para conseguir pagar?". E ela "mas eu não consigo passar sem que ele tenha registrado". E eu, ainda no auge de meu bom humor "se você não consegue passar, o problema é seu, então você que vá atrás de algum dos seus vendedores. Só estou comprando mesmo pq é um caso extremo, em outra ocasião, já teria saído daqui". Ela chamou um vendedor no microfone. A gerente já do lado observando.

19h52 - O vendedor chega, registra e eu finalmente consigo pagar. R$15,99.

19h56 - Na rua, chego a conclusão que a substituta da falecida rasteirinha não foi uma boa escolha.

20h05 - Chego na faculdade. Passo pela catraca. O segurança me olha como quem diz "sempre atrasada... não toma jeito mesmo". Na saída, me lembre de dar um cascudo na careca dele!

20h06 - Em direção à escada (minha sala é no primeiro andar). Vejo vindo na direção da saída, amigos da minha sala. Como assim? O professor faltou? Professora substituta? Dando trabalhinho que não vale nota? Ah, para casa! Avante!

20h18 - Em casa. Minha mãe curiosa sobre os acontecimentos.

20h22 - Termino de contar tudo e ela "nossa! mas deixa eu ver o sapato! é bonitinho?". Ok, ainda estou de bom humor.

20h27 - Relatando os acontecimentos aqui. E nem sei porque. Só precisava contar meu drama. Só de raiva, vou lavar roupa!


PS: Ninguém perguntou, mas já tenho 22 anos. Não que isso vá mudar algo, exceto o tipo de creme recomendado para a minha pele, mas já que o blog é meu, acho importante comentar o meu aniversário.
Enquanto isso, a minha voz interna diz: Ah arianos... sempre tão possessivos!

sábado, 3 de abril de 2010

Arthur, a colheita feliz e suas idéias geniais

Arthur, no auge de seus quase 5 anos (completa dia 8), agora está (quase) viciado em Colheita Feliz.
Segundo o pai dele, a culpa é minha, já que ele se interessou pelo jogo após me ver reclamando com um tio dele que havia roubado minhas mangas.
Fez a metade da família adicionar (e jogar) o aplicativo, para que ele possa roubá-los. A outra metade, ele está convencendo a criar um perfil no orkut.
Eis que ele teve a brilhante idéia de que sua irmã, Natália, (quase 2 anos) também iria adorar o jogo:
- Pai, cria um orkut pra Naty?
- Ela é muito pequena, filho.
- Ah... mas eu cuido da fazendinha pra ela.
- Ih Arthur, acho que ela está mais interessada nos brinquedos dela.
- Ah, mas isso é agora. Quando ela for maior, tipo da minha idade (?), vai querer brincar e aí a fazendinha dela já vai ser uma fazendona pq eu vou ter cuidado muito bem e aí ela será agradecida a mim para sempre sempre sempre.
- Hum...
- É pai! E aí de quebra, ela vai ficar me devendo um favor.

Sou fã!